quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Pequena História de Amor

Não foi por opção, nem por engano: incidiu como devia incidir. O augurado sempre é mal visto por aqueles que não creem em algo maior do que escolhas e desígnios.

Ela estava abotoada em achismos medíocres e se negando a oportunidade de esperar seus finais felizes. E, quando ele chegou, ela não pôde crer que o merecia. Mas, para sua surpresa, já o tinha.

A cada despertar é uma nova ocasião de se fazer digna daquele sorriso que cintila em qualquer isolamento. Por ele, ela reviu seus julgamentos, se inventou e retocou mulher, repartindo aquilo que só incumbia a si própria. 

Agora, se sentia capaz de ser e fazer qualquer coisa, em qualquer lugar.


E como recompensa, beijos praianos, abraços candentes e olhares que ela sabia que cuidariam dela até o fim. Esse era seu tão inevitável final feliz...

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